VIDAS SALVAS
Max cobra que Governo fortaleça estrutura do Samu no Estado
GERAL
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi (Podemos), cobrou que o Governo do Estado fortaleça a estrutura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Mato Grosso para assegurar atendimentos mais rápidos em situações de emergência. A fala, feita nesta terça (07), vem em um momento em que unidades do serviço estão sendo fechadas e os atendimentos começam a ser feitas em parceria com o Corpo de Bombeiros.
“Nós precisamos fortalecer o Samu, fortalecer e cada vez mais possa chegar mais rápido nos atendimentos, salvar mais vidas, prestar o serviço que o Samu presta em todo o estado de Mato Grosso”, disse o presidente, recordando que o serviço tem o apoio da população.
“E o que precisar para fortalecer esse serviço terá o apoio, tenho certeza, da Assembleia e de todos os deputados”, acrescentou.
A ideia da Secretaria de Estado de Saúde (SES) é que as equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros atuem juntas no atendimento às ocorrências de emergência. Por conta disso unidades do Samu vêm sendo fechadas e contratados sendo dispensados. Conforme a SES, a cobertura do atendimento de emergência no estado vai mais do que dobrar com a medida.
Questionado sobre a possibilidade de encerramento do serviço no estado, que passa a ser considerada por alguns servidores do serviço diante das mudanças que vem ocorrendo, o deputado foi enfático ao afirmar que a Assembleia jamais aceitaria que isso ocorresse.
“Jamais vamos aceitar parar com o serviço do Samu. É um serviço importante, um serviço que salva vidas é um serviço que está presente no nosso estado. Então jamais a Assembleia Legislativa vai aceitar qualquer retrocesso. O fechamento do atendimento do Samu é um retrocesso”, afirmou o presidente.
De acordo com o presidente da Assembleia, a Comissão de Saúde da casa está acompanhando a situação e adotará os encaminhamentos necessários junto com os profissionais do Samu, do Corpo de Bombeiros e os profissionais de saúde do estado para resolver a situação.
GERAL
STF mantém aposentadoria de juiz acusado de corrupção com salário de R$ 30 mil
O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, por unanimidade, nessa segunda-feira (06), a aposentadoria compulsória do juiz Almir Barbosa Santos, por corrupção em pelo menos três comarcas onde atuou ao longo da carreira. Ele está aposentado desde 2015, com rendimento bruto mensal aproximado de R$ 30 mil, conforme Portal da Transparência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Almir recorreu ao STF por meio de recurso extraordinário para tentar anular a aposentadoria, alegando prescrição, falhas no procedimento que resultou na penalidade, ausência de depoimentos de testemunhas e desproporcionalidade da punição aplicada. Também argumentou que surgiu um fato novo no caso, que seria uma suposta absolvição em ação de improbidade administrativa.
O TJMT já havia entendido que não houve ilegalidades e que a penalidade estava prevista na legislação, mantendo a aposentadoria compulsória.
Ao analisar o caso, o ministro Edson Fachin manteve a decisão anterior e explicou que parte do recurso sequer poderia ser analisada pelo STF, uma vez que o magistrado aposentado deveria ter apresentado outro tipo de recurso no próprio TJMT.
“Conforme consignado na decisão agravada, manteve-se a conclusão do Tribunal de origem quanto à ausência de requisitos para admissão do recurso extraordinário”, decidiu Edson Fachin.
Além disso, o ministro destacou que, para modificar a decisão, seria necessário reexaminar fatos, provas e a aplicação de leis infraconstitucionais, o que não é permitido em recurso extraordinário.
O STF só pode analisar questões diretamente constitucionais, não podendo revisar o conjunto de provas ou reavaliar os fatos do caso.
“Ressalto, uma vez mais, que o Tribunal de origem decidiu a controvérsia com fundamento na legislação infraconstitucional aplicável à espécie e no conjunto fático-probatório dos autos, o que inviabiliza o processamento do recurso pela via extraordinária, nos termos da reiterada jurisprudência do STF”, acrescentou.
Em relação à suposta absolvição em ação de improbidade administrativa, o ministro explicou que as esferas administrativa, penal e cível são independentes, ou seja, uma absolvição em uma área não impede a aplicação de sanção em outra.
“Por fim, no que se refere à tese de ocorrência de fato novo, relacionado à suposta absolvição do recorrente no bojo de ação de improbidade administrativo, assinalo que “é firme a jurisprudência desta Corte no sentido de que a aplicação de penalidade na instância administrativa é independente das esferas penal, cível e de improbidade administrativa”, destacou Edson Fachin.
O voto do ministro foi seguido por todos os demais membros do plenário do STF.
Relembre
Almir Barbosa Santos foi aposentado compulsoriamente em março de 2015, após decisão unânime do Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Ele foi acusado de favorecer advogados em três comarcas onde atuou: Sapezal, Comodoro e Campo Verde.
Na época, ele atuava na comarca de Primavera do Leste e foi afastado imediatamente das funções.
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