FIQUE ATENTO!
Falsos oficiais de justiça usam WhatsApp para aplicar golpes; TJMT orienta população
GERAL
Recebeu no WhatsApp uma mensagem com tom urgente, link para clicar, pedido de regularização de débito, de alguém se identificando como oficial de justiça? Cuidado, isso pode ser uma tentativa de golpe utilizando o nome de órgãos como o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Receita Federal.
Pessoas têm sido abordadas em seus aplicativos de mensagens por supostos oficiais de justiça solicitando a confirmação de “informações de cadastro”. O roteiro do contato é feito para se assemelhar a uma intimação oficial, gerando uma preocupação imediata.
Fique atento!
– As mensagens de falsos oficiais de justiça no WhatsApp utilizam tons de urgência e links para induzir a vítima ao erro.
– Os golpistas abordam pessoas solicitando a confirmação de dados cadastrais sob o pretexto de uma intimação oficial.
– As mensagens fraudulentas costumam exibir fotos de brasões oficiais e dados reais da vítima, como CPF e endereço, para parecerem autênticas.
– A ausência de registro do oficial de justiça e o uso excessivo de letras maiúsculas são sinais de alerta.
– Prazos muito curtos para negociação e links suspeitos indicam uma tentativa de golpe.
O que fazer?
– Mantenha a calma ao receber contatos suspeitos para evitar decisões precipitadas.
– Não realize pagamentos, não clique em links e evite fornecer qualquer dado pessoal.
– Bloqueie o contato imediatamente após identificar a suspeita de fraude.
– Busque informações apenas pelos canais oficiais do Judiciário ou com seu advogado constituído.
– Sempre verifique a veracidade de qualquer cobrança antes de efetuar transferências financeiras
GERAL
Deputados e senadores de MT assinam em peso a CPMI contra Banco Master; só Emanuelzinho e Lacerda ficam de fora
Foi protocolado no Congresso Nacional, nessa terça-feira (3), o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de investigar fraudes bilionárias no Banco Master. Ao todo, a iniciativa reuniu 280 assinaturas, sendo 238 de deputados federais e 42 de senadores. O autor do requerimento é o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).
Da bancada mato-grossense, assinaram o requerimento os deputados federais Coronel Assis (União), Coronel Fernanda (PL), Gisela Simona (União), José Medeiros (PL), Juarez Costa (MDB), Nelson Barbudo (PL) e Rodrigo da Zaeli.
De Mato Grosso, apenas o deputado federal Emanuelzinho (MDB) não assinou o pedido. Ele alega que a iniciativa se trata de uma “CPMI dos deputados de extrema direita” e vem pedindo apoio a outro requerimento para abertura de uma CPMI sobre o mesmo tema, apresentado pela deputada federal esquerdista Heloísa Helena (Rede-RJ).
No Senado, assinaram o requerimento da CPMI do Banco Master os senadores de Mato Grosso Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL). Não foi contabilizada a assinatura do suplente de senador José Lacerda (PSD), que está deixando a cadeira para que a suplente Margareth Buzetti (PSD) possa assumir a vaga que é do Ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD).
“Acabamos de protocolar o pedido de CPMI do Banco Master, esse que é um dos maiores, se não o maior escândalo financeiro existente no Brasil. Um banco falido, que estava sendo negociado por um banco público e que esconde muita coisa aí”, comentou Coronel Assis.
A CPMI do Banco Master deve apurar irregularidades cometidas pela instituição, que é investigada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal por suspeita de fraudes bilionárias, gestão fraudulenta, organização criminosa, manipulação de mercado, desvio e lavagem de dinheiro. Também é atribuída ao Banco Master uma suposta fraude na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília (BRB), no valor de R$ 12,2 bilhões.
Além das fraudes, a comissão pretende apurar os impactos econômicos do caso e eventuais conexões entre agentes públicos e empresas ligadas às irregularidades.
Após o protocolo, o próximo passo é a leitura do requerimento em sessão conjunta do Congresso Nacional, etapa necessária para a instalação formal da CPMI. O pedido será analisado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União).
“Vamos exigir que o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre coloque em prática essa CPMI. É importante para que nós brasileiros saibamos da verdade e, claro, quem estiver errado, que pague por isso”, disse a deputada Coronel Fernanda.
Grupo de trabalho e CPMI do INSS
Paralelamente, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), instituiu um grupo de trabalho para acompanhar as investigações sobre o Banco Master. O grupo poderá apresentar requerimentos para convocação de autoridades e pessoas investigadas, solicitar informações oficiais e elaborar propostas legislativas relacionadas ao tema. O início das atividades está previsto para esta semana.
Já a CPMI do INSS, comandada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), que investiga as fraudes do INSS, aprovou a convocação do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para prestar depoimento ao colegiado.
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