CUIABÁ

REAJUSTE DE PREÇO

Cesta básica aumenta em Sinop; Cuiabá ainda não divulgou cotação

Batata é o item que mais subiu, pesando 18,76% no orçamento familiar; já a farinha baixou 2,64% e o arroz 0,93%

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Foto: Divulgação.

Em outubro, o custo da cesta básica em Sinop apresentou um leve aumento e passou a custar R$ 630,32 no mercado local, o que representa 0,26% em relação ao mês anterior. Em Cuiabá, a cotação é feita pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), mas os dados ainda não foram divulgados.

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Este mês, foram destaques os aumentos nos preços médios da batata (18,76%), do tomate (9,74%) e da banana (5,87%). Em contrapartida, ocorreram quedas nos preços médio da farinha (- 2,64%) e do arroz (-0,93%).

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o custo da cesta básica apresentou variações na maioria das regiões pesquisadas.

Houve aumento em São Paulo (3,02%), Brasília (4,28%), Curitiba (4,75%), Campo Grande (3,58%) e Goiânia (3,08%).

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Governo Federal lança programa para garantir capacitação profissional e oportunidades a trabalhadores desempregados

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O Presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou, nesta sexta-feira (28/01), a medida provisória que institui o Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário para dar oportunidade de trabalho a jovens com idades entre 18 e 29 anos, além de pessoas com mais de 50 anos, que estão desempregadas. A iniciativa tem o objetivo de oferecer vagas para atividades de interesse público nos municípios, juntamente com cursos de capacitação profissional e transferência de renda com a bolsa qualificação.

O Governo Federal, desde a chegada da Covid-19, tem tomado medidas para combater o desemprego e garantir renda à população e o programa lançado reforça esses objetivos.

O programa é executado pelo Ministério do Trabalho e Previdência e vai durar até o final deste ano. O público prioritário são os jovens entre 18 e 29 anos e as pessoas acima de 50 anos que estão fora do mercado há mais de dois anos. As prefeituras vão receber o público-alvo para trabalhar e será paga uma bolsa no valor de meio salário mínimo, vale transporte e seguro de acidentes pessoais. Serão disponibilizados mais de 200 cursos de qualificação.

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A meta é abrir as portas do mercado para os jovens, aumentar a empregabilidade para quem tem mais idade e amenizar os impactos sociais da crise causada pela Covid-19 na área do emprego.

“Tomamos muitas medidas em 2019 que, com toda certeza, influenciaram no ano 2020, o ano onde começamos enfrentar algo ainda desconhecido para nós, a pandemia, a Covid-19. Não foi fácil, mas o Executivo fez sua parte, assinamos muitos contratos, começamos a combater também a onda de desemprego que se aproximava de todos nós e todos trabalharam. Programas foram feitos como o BEm, o Pronampe, a Lei da Liberdade Econômica, desburocratizações, desregulamentações”, disse o Presidente Jair Bolsonaro.

E acrescentou: “Os gastos, em 2020, com o Auxílio Emergencial, com os números já corrigidos, equivaleram a 15 anos de Bolsa Família”.

Trabalho e qualificação

A adesão dos municípios ao Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário é facultativa. Ao longo do ano, o contratado deverá participar de pelo menos dois cursos de capacitação ofertados pelos serviços nacionais de aprendizagem e pelo Sebrae, priorizando qualificação nas atividades econômicas mais importantes no município e em sua região.

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Fonte: Brasil.gov

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