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Guedes deve ceder prorrogação do auxílio emergencial

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Edu Andrade/ ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

Cada vez mais isolado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve ceder e liberar a prorrogação do auxílio emergencial. De acordo com a coluna de Carla Araújo no Uol, essa possibilidade é cada vez maior.

A equipe econômica é contra a renovação por ela ameaçar o teto de gastos e poder gerar uma alta no endividamento. Além disso, o argumento de que a pandemia já está mais controlada também é utilizado.

Com a  última rodada do auxílio emergencial sendo paga, o benefício está chegando ao fim. Na segunda-feira (18), o  presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que a prorrogação deve ser decidida ainda nesta semana. “Se Deus quiser nós resolveremos nessa semana a questão da extensão do auxílio emergencial”, declarou.

De acordo com fontes ouvidas pela coluna, há algumas propostas em estudo. O próprio auxílio emergencial pode ser prorrogado, ou programas sociais podem ser unidos para compor um valor maior.

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Uma nova proposta, divulgada pelo Estadão/Broadcast, prevê que o Auxílio Brasil deve ser unido ao auxílio emergencial,  totalizando parcelas de R$ 400 pagas até o final de 2022. A proposta, porém, ultrapassa o teto de gastos.

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Chineses ignoram governo e usam criptomoedas para mandar dinheiro para o Japão

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Chineses ignoram restrições do governo e estão usando cripto para mandar dinheiro para o Japão

Enquanto o governo chinês continua a lutar contra as criptomoedas, autoridades descobriram como os cidadãos do país usam a tecnologia para burlar as restrições do governo e enviar dinheiro para fora do país.

Conforme divulgou recentemente o governo chinês, diversos cidadãos estão usando as criptomoedas para enviar dinheiro para o exterior, especialmente para o vizinho Japão.

Dessa vez, a descoberta de transações internacionais significativas da China para o Japão foi feita por reguladores japoneses.

No decorrer de uma investigação, descobriu-se que os chineses estavam remetendo fundos para o Japão usando criptomoedas. Em seguida, convertiam esses fundos em ienes japoneses.

Segundo o governo chinês, a descoberta aconteceu durante uma investigação japonesa sobre os fluxos de fundos corporativos. A Agência Nacional de Impostos do Japão encontrou um canal por meio de uma empresa de fotografia japonesa.

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A empresa abriu uma conta bancária com foco principal em supostos clientes da China. No entanto, usava isso de fachada para enviar dinheiro dos chineses para o Japão.

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Descobriu-se que a empresa transacionou até 27 bilhões de ienes, equivalente a US$ 235 milhões em 3 anos. Além disso, parte dos ativos era investida em imóveis e outros produtos como forma de esconder o dinheiro.

No que o governo apontou como um caso clássico de lavagem de dinheiro, foram identificados três envolvidos. Eles agiam como intermediários para alguns magnatas chineses que buscam investir no Japão.

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Lavagem de dinheiro

As regulamentações na China não permitem que os cidadãos excedam o volume de remessas de US$ 50.000 por pessoa no ano. Qualquer necessidade de exceder este limite exige uma auditoria adequada. Além disso, o processo passa por agências relevantes para relatórios adequados.

Esses investidores, que foram indiciados para enviar dinheiro para o Japão secretamente, simplesmente exploraram o anonimato das transações possibilitado pelas criptomoedas.

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O governo usou o caso para reforçar seu posicionamento de proibição das atividades com criptomoedas.

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