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Publicitário elegeu senador em 1ª incursão pelo Marketing Político e Eleitoral: ‘nunca mais deixei’

De 2010 para cá, o presidente da FCS atuou em todas as campanhas majoritárias municipais e estaduais de Mato Grosso

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Fotos: Arquivo Pessoal e Reprodução

O publicitário Gustavo Vandoni, presidente da FCS Comunicação,  estreou no marketing político e eleitoral em 2010, e de cara elegeu um senador. Depois ajudou a transformar esse senador em governador, e de lá para cá nunca mais deixou de trabalhar na área.

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“Trabalho no mercado da comunicação desde 1998, e até 2010 havia atuado somente no mercado privado, com foco na construção de marcas e identidade, focado no chamado “processo de decisão de compra”, onde se estuda o ambiente e as características do consumidor para uma tomada de decisão e se define uma linha estratégica, base da criação das peças de comunicação de uma campanha, o que faço até hoje”, conta Vandoni.

Em 2010, o publicitário aceitou o primeiro convite para atuar estrategicamente em uma campanha eleitoral. “Resolvi aplicar a experiência em construção de marcas e identidade no segmento eleitoral. Em essência, estamos lidando com processo de decisão de ‘escolha’, que é influenciado pelo ambiente, ou contexto, no qual o eleitor está inserido, levando em conta as opções disponíveis, e a forma como as marcas (ou, no caso, os candidatos e candidatas) se comunicam”, revela.

De 2010 para cá, o presidente da FCS atuou em todas as campanhas majoritárias municipais e estaduais de Mato Grosso. “Inclusive na última, inédita, que foi a suplementar para o Senado”.

O presidente da FCS Comunicação, Gustavo Vandoni

Sobre o trabalho, Vandoni explica que os pontos de atenção são os mesmos. “Estamos lidando com gente e suas escolhas. A diferença é que, em uma eleição, existe uma data limite para a escolha. A decisão precisa ser tomada nessa data e os concorrentes já estão postos, ou seja, não há uma opção que não tenha sido apresentada ou uma “alternativa” que não tenha sido colocada”.

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Gustavo apresenta um exemplo para fazer um paralelo do trabalho pensado para uma empresa, e como isso pode tangenciar o trabalho voltado para uma campanha. “Vou te dar um exemplo: uma vez atendemos uma marca de materiais de construção. Tínhamos a variável do consumidor decidir não construir ou reformar, mas ao invés disso, ir viajar com a família. Em outra oportunidade, trabalhamos com educação superior, e havia a possibilidade do consumidor escolher pela compra de um carro ou apartamento em detrimento de pagar uma mensalidade de uma faculdade. São opções ‘transversais’, muitas vezes não mapeadas, mas que influenciam no processo de decisão de compra”.

E segue: “Com o eleitor, não. Ele precisa escolher entre um dos candidatos colocados ou, na pior das hipóteses, não ir votar. Ou seja, precisamos lidar com essas variáveis. Mas no final das contas, se compararmos um cidadão ‘consumidor’ com um cidadão eleitor, este último tem o mesmo poder de compra, mas a sua escolha só terá efeito se a maioria também optar pelo mesmo candidato dele. Parece complexo, e é (risos). Tanto para ‘vender’ quanto para ‘eleger’, estamos lidando com ‘cabeça de gente’, cada grupo com sua trajetória de vida, suas aspirações, suas crenças e opiniões, que infuenciam diretamente na percepção que têm do mundo e como pensam no momento da eleição”.

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Gustavo avalia que tudo isso tem que ser levado em conta em uma campanha eleitoral. “É por isso que eu sempre brinco (com fundo de verdade), que nem sempre vence o ‘melhor’, mas vence aquele que consegue alinhar sua trajetória de vida com o que o contexto (político, econômico e social) requer, dentro da percepção da maioria, e que consegue comunicar tudo isso de modo que seja percebido pelo eleitor, ou ao menos pela sua porção de eleitores (no caso das campanhas proporcionais)”.

Ao finalizar, Gustavo avalia que de qualquer forma, trata-se de uma operação de grandes proporções, e depende de uma sucessão de fatores, tal qual um avião para levantar voo. “É um trabalho de time, de equipe, que precisa estar bem entrosada, bem orientada, bem estruturada e bem remunerada para enfrentar um processo eleitoral e, na melhor das hipóteses, vencer uma eleição”.

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Prefeito e secretária de saúde lamentam a morte de ex servidora do antigo PS

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O prefeito Emanuel Pinheiro e a secretária municipal de Saúde, Suelen Alliend lamentam profundamente a morte da ex servidora do antigo Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, Eracy de Campos, de 71 anos.

Eracy era técnica de enfermagem efetiva do antigo PS. Trabalhou no hospital durante 39 anos, na Central de Material e Esterilização – CME. Ela se aposentou em outubro do ano passado.

“Neste momento de profunda dor para os familiares e amigos da senhora Eracy, peço a Deus que conforte o coração de todos. É uma grande tristeza receber notícias como essa, sobretudo sobre uma pessoa que trabalhou a vida inteira em prol da saúde dos pacientes”, disse o prefeito.

“A senhora Eracy era conhecida por ser uma ótima profissional, muito dedicada ao trabalho no antigo Pronto Socorro. Estamos muito tristes com sua partida. Ela deixa um legado de carinho e de amizade”, falou a secretária Suelen.

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